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  Depois de longos anos sem uma estrutura associativa, após a extinção do Grémio do Comércio, os empresários do Concelho de Macedo de Cavaleiros sentiram necessidade de criar a Associação Comercial e Industrial.

  Essa entidade foi criada em 14 de Julho de 1988, por escritura lavrada nesta data e publicada no DR nº 289, III série, de 18 de Dezembro de 1989, com o seguinte objectivo social e/ou finalidades estatutárias dominantes: defesa dos legítimos interesses e direitos de todos os seus comerciantes e industriais associados; contribuir para o harmónico desenvolvimento do comércio que representa, bem como a industria; promover um espírito de solidariedade e apoio recíproco entre associados e a população em geral do concelho de Macedo de Cavaleiros.

  Em 12 de Abril/96 é-lhe atribuído, o Estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.

  O sentimento que predominava, e que instou para a criação da Associação Comercial e Industrial, era o da verificação da constante regressão da actividade empresarial, fenómeno que se aborda quando se tem em conta a recessão da Agricultura, base económica da região, com o desemprego daí resultante, verificando-se uma demanda do litoral por parte desses desempregados, aliada ainda aos fluxos de imigração, embora esta última não detenha a importância que possuiu nos anos 60. Do mesmo modo, era notória a diminuição crescente das compras feitas pelos imigrantes em férias. Por outro lado, convergia ainda a saturação de unidades empresariais do mesmo tipo de actividade, não havendo grande diversificação económica, sentindo-se que grande parte dos recursos endógenos ficavam por explorar.

  As unidades empresariais apresentavam, como característica intrínseca, baixos níveis de modernização, quer quanto às estruturas e racionalização, quer quanto ao nível de formação profissional. O predomínio era feito de unidades empresariais com exploração de tipo familiar sem preocupação com os novos métodos, alheados da competitividade, à excepção da via preços, com deficiente informação e sensibilização.

  As empresas demonstravam dificuldades de adaptação, falta de capacidade de gerar empregos e não possuindo uma estrutura de serviços de apoio à actividade produtiva.

  O primeiro elenco directivo da recente Associação Comercial e Industrial era composto, tal como ainda hoje, por jovens empresários com uma visão mais aberta, nítida e sensível da realidade económica do País e desta região em particular. Assim, a preocupação inicial foi a de conquistar e agregar à nova entidade o maior número de associados de modo a alargar a base de apoio e de beneficiar o diálogo aberto sobre os principais problemas estranguladores que então se punham à prática do exercício da actividade empresarial.

  A Associação Comercial e Industrial decide avançar então com um Plano de Actividades que tem como objectivo Formar, Informar e Fomentar o desenvolvimento económico da região.

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